terça-feira, 23 de junho de 2015

Salar de Uyuni - Bolivia


Era chegada a hora de deixar a fantástica La Paz para traz e seguir viagem para o Salar de Uyuni, “ e assim fizemos ”, um dia antes fomos ao terminal rodoviário de La paz, que por sinal ficava a 400 metros do hostel ( pirwahostel ), lá compramos as passagem que nos levaria ao paraíso, esse terminal rodoviário é simples, mas bem sinalizado, não tem possibilidade nenhuma de você não conseguir compra seu bilhete, lembrando que as passagens para Uyuni só podem ser adquiridas até as 19:00h, nesse mesmo horário o ônibus já estar aguardando os passageiros no estacionamento, por isso é sempre bom compra os bilhetes um dia antes, assim não corre o risco de não ter passagem pro mesmo dia, a viagem tem duração média de 12 horas e nossa ideia era aproveitar esse tempo para tirar uma soneca, a vantagem de viajar no horário noturno é exatamente a tentativa de economizar uma diária em hotel, e assim fizemos.

Dia 1
Chegamos ao Uyuni as 7:00h da manhã e de cara já fomos bombardeados pela grande quantidade de agentes que ficam no aguardo dos ônibus cheios de turistas, a dica é fechar o passeio do Salar na cidade de Uyuni, pois lá as ofertas são inúmeras e variadas, o cuidado é com o itinerário dentro do Salar, o tipo de acomodação, o guia, e a alimentação oferecida pelo passeio, pesquise antes de viajar, essa é a principal dica. Foram muitos os agentes e os preços, nada comparado com o preço que encontramos em La paz, a diferença chegava aos 200 bolivianos, nesse momento ficamos felizes em perceber que fizemos uma boa escolha deixando para contratar o passeio no Uyuni, os passeios são oferecidos em um, dois e três dias, também pode se escolher se vai volta para o Uyuni ou fazer a travessia para São Pedro do Atacama, é bom lembra que os passeios começam a sair para o Salar entre 9:00h e 10:00h, a depender a agencia, sendo assim fomos tomar um café , registra alguns momentos e conhecer um pouco da aconchegante e deserta Uyuni, lá pelas 9:00h decidimos escolher uma agencia que oferecesse boa comida, um bom veículo, um banheiro para tomar um banho e um motorista participativo, a final são três dias de convivência, não dá pra errar.

O passeio começa no Cemitério de trens que fica a mais ou menos um quilometro da cidade e se você for dormi por lá vale a pena visita-lo com mais calma em outro horário, o pôr do sol é lindo por lá, (muitos dos viajantes decidem passam uma noite no Uyuni, não foi nosso caso), depois de alguns minutos saímos do cemitério e fomos em direção as salinas (os famosos montinhos de sal), a parada aqui também é rápida, tempo suficiente para fazer boas fotos, no caminho passamos por um belo e quente deserto de areia, um vilarejo e mais uma parada, dessa vez para contemplar o artesanato e o museu de sal, nesse momento é possível conhecer o processo de tratamento do sal e até adquirir um saquinho com o sal do Salar, após alguns minutos voltamos para o veículo e o destino agora era o monumento do Rally Dakar , esse lugar também é bem conhecido, é lá onde fica a pedra das nações, (um pedra cheia de bandeiras) e claro não podia faltar a foto com a bandeira do Brasil, também é aqui onde paramos para almoçar, nessa hora é bom começar a reforçar a proteção solar. 
Sabe aquele ditado “barriga cheia, mão lavada, pé na estrada”, pronto, é exatamente isso, depois de comer entramos de vez no deserto do Salar de Uyuni, e a próxima parada é bem no meio, paramos para fotografar as famosas colmeias e fazer as fantásticas fotos de projeção, é nesse momento que entendemos a real dimensão do lugar, muito lindo e majestoso, belo é o que tenho a dizer, ficamos ali por mais ou menos uma hora e depois seguimos em direção ao mais esperado destino, o espelho d’água , agora sim é belo mesmo, é de ficar emocionando com tanta beleza, parece ficção, sonho, ilusão, #belíssimo, depois de boas fotos o motorista e guia nos convida a seguir viagem pois a próxima parada seria no Abrigo de sal e a lei por lá é bem clara, quem chega primeiro pega os melhores quartos, é bem assim mesmo, fomos os primeiros e naturalmente pegamos os melhores quartos, esse abrigo é rodeado de cactos gigantes muitos chegando a três metros de altura, muito lindo, era chegada a hora de tomar um banho e admirar o pôr do sol, que dali do alto da montanha onde iriamos passar a noite era mais que bonito era lindo, e para a surpresa de todos começamos avista, lá no horizonte, dentro do Salar, uma linda tempestade de raios que passava deixando a paisagem mais bonita ainda. Esse dia é bem corrido e cheio de surpresas, e em meio a tudo isso a noite vai caindo, o frio vai aumentando e a maioria das pessoas fica ali, tomando vinho, batendo papo, e trocando experiências entre as tantas línguas e culturas que se encontravam no mesmo lugar.
          

Dia 2
Fomos orientados a acorda as 6:00h da manhã, a ordem era tomar café é segui viagem, tínhamos muita coisa para fazer e ainda nos restavam dois dias, nesse dia visitamos lagoas e vulcões, tudo muito lindo, confesso que não decorei o nome de nenhuma, mas registrei tudo com minha câmera, entre lagoas e vulcões paramos em um pequeno vilarejo chamado de San Juan, lá também tem um pequeno trem abandonado, sabe aquele trem de filme de faroeste, todo na madeira? Pronto, esse mesmo, depois de sair de San Juan passamos por mais um Salar, o Salar de Chiguana, não é tão grande nem bonito como o de Uyuni, mas é Salar, risos, continuamos seguindo viagem e a próxima parada era para almoçar e o lugar escolhido foi na beira da lagoa Cañapa, que de fundo acompanhava um grande vulcão que ali dormia com seu pico branquinho, branquinho, cheio de neve. Após o almoço seguimos em direção a arvore de pedra e a montanha das sete corre, esse lugar é bem frio, quase não conseguimos registra o momento, o tempo estava bem nublado e todos com pouca roupa, destro do carro fomos presenteados por um espetáculo do clima, no mesmo lugar chovia, nevava e caia raios, tudo isso acompanhado de muita adrenalina no 4x4, Com toda essa adrenalina fomos em direção a maior e bem frequentada Laguna Colorada, para chegar até a laguna, pagasse uma quantia equivalente a 150 pesos boliviano, que é a entrada no Parque Nacional da Fauna Andina Eduardo Abaroa, a Laguna Colorada é uma das mais belas lagunas andinas, situada bem ao sul da Bolívia e quase na divisa com o Chile, ela é bem vigiada por guardas e cheia de flamingos, após alguns minutos bem no final da tarde seguimos viagem por mais ou menos uma hora, dessa vez para o segundo abrigo, chegamos já no anoitecer e nesse ponto do passeio o frio só aumentava, é impressionante essa climatização do deserto, de dia quente e de noite um frio insuportável, tomamos vinho, conversamos e cama. Amanhã era nosso terceiro e último dia.
Dia 3
Esse dia foi uma verdadeira aventura, acordamos as 5:00h da manhã, tomamos café e caímos na trilha, o destino era as Geyses, nesse momento o clima era bem frio , chegando a congelar o para brisa da 4x4, ficamos ali esperando o motorista tira parte do gelo para podermos seguir viagem, ainda no escuro percebemos que eram muitos os carros na trilha, todos em alta velocidade, um verdadeiro Rally, o clima fica bem tenso, mas acaba tudo bem, chegamos nas Geyses por volta das 5:30, o frio e o cheiro de enxofre é bem forte, mas nada que estrague o passeio, depois de algumas fotos seguimos em direção a famosa e congestionada piscina de Águas Termales, aqui o tempo de espera é maior, cerca de uma hora e só depois das 7:30 seguimos em direção ao deserto de Salvador dali, nossa! Sempre quis conhecer esse lugar, lindo, lindo, lindo, uma paisagem intocável, parecia que ninguém nunca havia pisado ali, área colorida e impecavelmente organizada, então depois de alguns clicks seguimos para a também famosa Laguna Verde e vulcão Lincancabur, ficamos ali por uns 15 minutos e nosso último destino estava por vir, a fronteira com o Chile estava a menos de 30 minutos da Laguna Verde e eu já estava com saudade de tudo que vi nesses três últimos dias, mas estava agradecido e feliz por ter conhecido e convivido com um povo tão receptivo como é o povo Boliviano, mas ainda não acabou, fomos em direção à fronteira com o Chile e de fato aqui o bicho pega, tivemos sorte por ainda nos restar alguns bolivianos, exatamente 40, pois foram eles a salvação da nossa travessia, até então não sabíamos que havia uma taxa na imigração Boliviana e que muitos dos estrangeiros que ali estavam não tinham dinheiro para pagar, não foi o nosso caso, no final procuramos a agencia que iria nos leva até São Pedro do Atacama e embarcamos até nosso novo destino, o bilhete de translado é adquirido junto com a contração do passeio do Salar e não pode ser esquecido, caso esqueça vai ter que volta para o Uyuni.
Depois de fantásticos três dias dentro do Salar, cruzamos a fronteira entre Bolívia e Chile para conhecer o tão sonhado deserto do Atacama, e essa experiência eu conto pra vocês no próximo


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Deserto do Atacama - Chile


              
Já faz algum tempo que saí de casa, já são passado onze dias e a aventura só está na metade, à civilização é outra e a passagem na fronteira da Bolívia com o Chile é no mínimo estranha, me senti em um daqueles filmes de guerra.
No décimo primeiro dia aqui estou eu, em um dos desertos mais áridos do mundo, deserto do Atacama, como é lindo, e caro! A sensação de estar aqui é de ter saído de um filme do indiana Jones, tudo aqui é muito simples e com cara de safári, o sol é de rachar e nosso desafio agora é encontra um lugar para ficar por mais três dias, depois de longas caminhadas, muito sol e tentativas frustradas de hospedagem, a opção agora é utilizar a internet gratuita da biblioteca da cidade para garimpar a melhor opção e garantir um bom preço, mas a internet só serviu para mostra que os preços estavam fora da nossa realidade e que ainda não era dessa vez que íamos descansar, nesse momento o responsável pela biblioteca nos adverte dizendo que faltam 15 minutos para o fechamento da mesma e que teríamos que sair do local, então decidimos andar mais um pouco e com sorte achamos um hostel indígena que ficava bem ali pertinho da biblioteca, e foi aqui que ficamos, com os pés cansados e uma necessidade louca de tomar banho, já era hora de descansar dos três últimos dias do Salar de Uyuni.


Dia 1
E assim começou a aventura no deserto do atacama, tivemos alguns problemas com a procura pelo hostel, mas no fim acabou tudo bem, o hostel é limpo, confortável e aconchegante e depois de tomar banho e descansar um pouco, “vamos para rua’’, um oásis chamado São Pedro de Atacama, com apenas uma rua principal não é tão difícil de logo se encontra nos mais diversos restaurantes e bares, todos localizados lá na discreta e internacional rua caracoles, é um pouco difícil de expressar em palavras a vontade louca de ficar de vez em São Pedro do Atacama, mas não dava pra ficar, eram apenas três dias e logo seguiríamos o fluxo. Não foi difícil procurar agências nem qualquer outro tipo de informação referente aos passeios em são Pedro do atacama, tudo fica centralizado em caracoles ou arredores, basicamente você precisa estar com algum plano na cachola ou uma ideia do que gostaria de fazer e conhecer, eu já sabia exatamente o que queria fazer.
As primeiras horas no deserto foi bem tranquila, como já era de tarde procuramos um bom restaurante para comer bem e beber algo gelado e alcoólico, pois os últimos três dias no salar de Uyuni não foram lá essas coisas, e depois de procurarmos um pouco escolhemos uma entre as inúmeras opções restaurantes, pronto, era chegada a hora de comer, beber e apreciar o melhor da cozinha chilena; de entrada eles serviram pão, acompanhado de saboroso vinagrete, cerveja bem gelada e pisco, e assim foi passando o tempo, comendo, conversando, comendo e comendo... , ao final dos comes e bebes aproveitamos para caminhar um pouco e pesquisar sobre os passeios, eu já sabia que os preços no Atacama eram bem salgados, mas que todo lugar tem uma segunda opção, principalmente se os viajantes forem mochileiros, e foi assim que encontramos um casal francês que nos deu mais ou menos uma ideia do que seria trocar os passeios em um carro super confortável e com ar condicionado, por uma bicicleta e o sol forte do deserto do Atacama, a economia era absurda, cerca de 60%, mas o calor e o esforço físico também, mas isso pouco importava, já tínhamos passado por coisa pior há alguns dias, Como assim coisa pior? Lembram do post da Bolívia? Pois é! Mais ou menos pior. Depois de fechar com a agência e deixa tudo certo para dia seguinte, voltamos para hostel e decidimos descansar para aproveitar melhor a noite do deserto.

Dia 2
No segundo dia levantamos cedo, tomamos um café bem reforçado e partimos para pega nossas bicicletas, essas que seriam nossas companheiras nas próximas 12 horas, no ato da contratação das bikes eles te entregam um mapa com as possíveis trilhas a seguir, essas variam de 5, 8, 12 e 24 km, isso mesmo, percurso de ida e volta com média de 48 km, mas já que tínhamos pago para ver, vamos ver. Seguimos a trilha e já ali perto nos 5 primeiros km existem um parque indígena que se paga um determinado valor para fazer uma visita que dura em média 40 minutos, depois partimos para uma subida íngreme de mais ou menos uns 2 km, essa trilha nos leva até um túnel utilizado como refúgio na guerra e o tempo todo somos escoltados por cachorros nativos que fazem questão de nos mostra os caminho, um show aparte, aprecem ser treinado pra isso, a vista é linda e as fotos são inúmeras, mas era chegada a hora de seguir, pois ainda restava muita coisa pra conhecer, e entre km e pedaladas seguimos a sequência do mapa: Túnel, Pukara de Quitor, queda del diablo( garganta ou quebrada, são inúmeras as interpretações),Valle de la Muerte, Valle de la Luna e seus mirantes.

As paisagens são de tirar o fôlego, sou suspeito para falar, um louco como eu, apaixonado e deslumbrado por aventuras, fiquei como criança em parque de diversão, os cachorros que nos acompanhavam eram lindos, grandões e dóceis, a lias, é comum encontrar cachorros grandões no deserto do Atacama, eles estão por toda parte e rendem umas brincadeiras pelo percurso, depois do Túnel e das ruinas de Pukara de Quito, entramos na trilha da Queda del diablo, como já havia falado existem várias interpretações para esse lugar e garanto que você também vai ter a sua. 

Nessa trilha pedalamos uns 40 minutos e não encontramos o final, daí decidimos retorna e seguir o resto do passeio, e já no sol do meio dia chegamos ao vale de lá morte, sem palavras, um lugar digno de oásis, lindo, 30 minutos é o suficiente para tirar todas as fotos possíveis e apreciar sua beleza do vale, era chega a hora de seguir pedalando e dessa vez até o vale de la Luna, quando chegamos na portaria pagamos uma taxa para o acesso e ali mesmo compras agua e fazemos um lanche, o lugar é bem aconchegante e depois de pagar a taxa de acesso o guia te entrega um mapa e te orienta a entender melhor o passeio dentro da reserva, bom, nesse momento já passava das 13:30 e o sol estava bem alto, mas não podíamos desanimar e a cada parada as fotos saiam mais perfeitas, tudo muito lindo e inacreditável, tudo que havia ouvido falar desse lugar agora era realidade de ante dos meus olhos e era só aproveita, uma dica é leva bastante agua, pois a volta não é tão fácil como parece e o preço da agua na portaria é muito alto, lá pelas 17:00 horas começamos a volta pra são Pedro, em pedaladas curtas e já sem agua, confesso que o retorno foi difícil e desgastante, mas conseguimos, já não aguentava mais o acento da bicicleta, todos os meus membros de baixo estavam doloridos e eu só queria banho, e dessa forma chegamos no hostel por volta das 18:00, era chegada hora de descansar pro dia seguinte.
Dia 3
No terceiro dia acordamos com o corpo um pouco dolorido da bike do dia anterior, a final de contas foram quase 12 horas de pedalada e sol forte, mas mesmo assim estávamos rejuvenescidos para mais uma aventura e dessa vez optamos por fazer o famoso tur astronômico, esse tur é bem conhecido em são Pedro do Atacama, não é de hoje que se sabe que a região do Atacama é o melhor lugar do mundo para se avista os astros, e na tentativa de economiza fechamos esse passeio com uma agencia que não oferece o passeio original ou que não segue arisca e nem tem equipamentos para isso, nesse caso fica a dica, se for fazer faça com a SPACE, é a única credenciada e a única que realmente utiliza os telescópios dignos para avista as estrelas, nosso passeio foi um fiascos, ainda bem que teve umas bebidas pra encanar o povo, fiquei muito chateado, mas essa era nossa última noite em são Pedro e eu não queria perde o ritmo, então viva o Atacama.


Dia 4
No quarto dia era chagada a hora se seguir viagem, tínhamos passagens garantidas no confortável ônibus da empresa “Tur- bus” que nos levaria para Santiago em uma viagem de 24 horas e que mais uma vez serviria de hotel para descansar, a dica é comprar as passagens no dia que chegar em são Pedro, não deixe em hipótese alguma para adquiri as passagens no mesmo dia que for seguir viagem, isso pode atrapalhar seus planos e você pode não encontra passagem pro mesmo dia. A principal dica em são Pedro é que se você quiser economizar uma grana com alimentação e bebidas, vale ressaltar que os mercados da região vendem as mesmas mercadorias consumidas nos restaurante e bares pela metade do preço, portanto se você fica em uma estrutura boa de hostel vai pode usufruir desse benefício.




terça-feira, 12 de maio de 2015

Santiago, Vinã del Mar e Valparaiso, Três em Um - Chile


Depois de um dia e uma noite inteira de viagem chegamos à capital chilena, essa era nossa segunda passagem por Santiago só que dessa vez vamos aproveitar, à cidade é linda e receptiva, o curioso é que nosso hostel estava localizado exatamente na Avenida Brasil, nessa avenida encontra-se de tudo, mercados, restaurantes, bares, lojas de departamento, lavanderia e o principal, as estações de metrô ficam bem do lado, ou seja, não precisaríamos de mais de nada, não é? Em Santiago é muito fácil de andar, fizemos uma boa parte dos passeios a pé e de transporte público, então não tem motivos para desespero, na recepção do hostel pegamos todo material informativo possível e desta forma ficou bem fácil programar os passeio inclusive o de ida e volta para Vinã Del Mar e Valparaiso, que por sinal são belíssimas vale apena conhecer, antes de começar gostaria de pontuar a viagens entre o deserto do Atacama e Santiago, já que tínhamos que pega esse ônibus tentei aproveitar da melhor forma possível e não desperdicei nenhum minuto dos filmes que passavam na cabine nem as paisagens que por sinal eram de tira o fôlego, como foi o caso do pôr do sol no em Antofogasta “belíssimo”.


Dia 1
O primeiro dia em Santiago já começou por volta das 13:00 horas, Chegamos ao hostel e partimos direto para o famoso Paseo Ahumada, la se pode fazer de tudo, cambiar dinheiro, almoçar, fazer compras etc., da avenida brasil onde ficava nosso hostel até o centro onde fica localizado o paseo Ahumada levamos em media uns 20 minutos de caminhada que pode ate parecer longe, mas eu particularmente não achei, as atrações no caminho são bem legais e rendem algumas fotos, o bom de se fazer alguns dos passeios caminhando é que além da oportunidade de conhecer melhor o local, você pode se perde e se encontra na mesma região e por inúmeras vezes, rsrs, assim podemos conhecer as ruas de um ponto de vista melhor e não apenas como um turista que está ali de passagem. Depois de trocar o dinheiro e passear um pouco partimos pra conhecer a bela praça das armas que fica logo ali, o lugar é cheio de historia e bem bonito, ficarmos ali por um tempo e decidimos volta para o hostel para procurar algum lugar ali por perto pra comer, já que as opções eram variadas e ao entardecer em Santiago começa após as 20 horas, e assim fizemos, nem lembro o nome do bar , mas foi lá que tivemos o prazer de apreciar mais um marca de cerveja chilena e a deliciosa chorrillana. Nesse bar tomamos uma, duas, três, quatro, é melhor eu parar de contar se não vou me confundir, rsrs, mas foi nesse bar que conhecemos um casal hilário e que mais uma vez tivemos a sorte de testa o idioma e conhecer um pouco mais da cultura local com quem realmente entende do assunto, os chilenos, e foi bom demais pessoal bem acolhedor, de cara já foi logo juntando as mesas e passando toda informação necessária sobre os passeios em Santiago, conversa vai , conversa vem, foi terminando a primeira noite em Santiago do chile.
Dia 2
Acordamos lá pelas 8 da manha e já partimos para conhecer Vinã del Mar e Valparaiso, se você não quiser se ariscar em ir por conta própria existem varias agências que fazem esse passeio, no meu caso e como já é de costume economizei uma boa grana indo por conta própria, peguei um metrô que nos deixou na estação rodoviária em menos de 15 minutos e em seguida tomei um ônibus, muito confortável por sinal, e em menos 10 minutos já estamos a caminho de Vinã del Mar e Valparaíso, são exatamente três horas de Santiago ate o terminal rodoviário de vinã, e assim que colocamos os pés na rodoviária fomos abordados por uns guias que oferecem o passeio nas duas cidades de um só vez, sobre contratar ou não esse passeio, eu aconselho contratar, pois é muito pouco tempo pra conhecer duas cidades e pontos turísticos com distâncias relevantes um do outro, ainda bem que contratamos, o passeio por vinã del mar e Valparaiso é fantástico e perfeito, mas confesso que se fosse por conta própria seria complexo.
Passamos por lugares belíssimos, em vinã a orla é linda e fria, mais da uma vontade de ficar por lá e não volta mais, o relógio de rosas e o cassino da cidade são algumas das varias atração que deixam vinã ainda mais bonita, em valparaiso a beleza da arquitetura e a casa de Pablo Neruda é um deslumbre, não é tão difícil de se encantar com tudo que é visto por lá, mas como todo passeio também tem a parte chata, o guia pede gorjeta, depois desse passeio todo, acabamos no mesmo lugar que começamos"no terminal rodoviário," e como ainda era 17 horas e a noite no chile só começa lá pelas 20:00 horas, decidimos comer aqui mesmo, "de frente para o terminal rodoviários existe uma espécie de galeria com o piso superior dedicado para alimentação, não falta opções, dica: quando for compra suas passagens pesquise no maior numero de agência possível, pois o preço varia muito chegando a uma diferença de quase 7 pesos.
Quando chegamos em Santiago já era noite, e a programação de hoje era colocar uma roupa mais bonita e sair pra balada, e mais uma vez entre tanta as opções escolhemos um bar ali mesmo na avenida Brasil, e o bar já era uma atração à parte, com o nome de VOODO e com a decoração bem ao tema, apreciamos uma bela cerveja artesanal e um aperitivo bem conhecido dos brasileiros, PIZZA, e assim terminamos a segunda noite em Santiago. 

DIA 3 
Depois da cerveja artesanal de ontem a noite foi um pouco difícil de acorda, mas as 8 da manha já estávamos na rua e dessa vez escolhemos almoçar no mercado de Santiago que além tem uma vasta opção de frustos do mar, incluindo o famoso carangueijo gigante, á uma oportunidade de fica mais perto da cultura chilena.
Depois de almoçar resolvemos ir até o serro Cerro Santa Lucia, que fica pertinho da praça das armas, a cerca de 1 km fizemos o mesmo e depois partimos para o serro sân. Cristóvão, dois lugares belos e de fácil acesso se gosta de caminha vai adora esse passeio passamos por diversos parques e feiras, fiquei encantado com a vista lá do alto, um belo passeio recomendo, o retorno pra hostel também foi a pé, aproveitamos pra conhecer um pouco das entranhas de Santiago e dessa forma ia acabando o ultimo dia nessa cidade que fazia parte de nossas vidas. 
No geral a estadia em Santiago foi tranquila e se resumia em sair pra comer, beber, conhecer os parques entorno da cidade e descansa um pouco, levamos em conta que essa parada em Santiago foi estratégica, pois depois de tantas aventuras era justo um pouco de descanso e conforto, já que em poucos dias a patagônia nos esperava para nosso último e louvável Trekking, será mais cinco dias no majestoso Parque Nacional das Torres Del Paine. Talvez o grande diferencial de Santiago seja exatamente o transporte público, que além de barato e fácil de se localizar, tudo bem sinalizado e pessoas educadas e prontas para dar informação, no último dia descobrimos um coletivo azul que sai da estação que fica próximo à avenida Brasil (de frente a estação de metrô) e faz o itinerário até o aeroporto por apenas 1000 pesos, essa foi a principal descoberta em Santiago, e assim partimos para o aeroporto a caminho de nossa última aventura, dessa que foi uma das melhores viagens da minha vida.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Torres del Paine circuito W - Chile


O que dizer de um dos lugares mais lindos do mundo, muitas coisas, não é? Não foi atoa e nem por falta de planejamento que o escolhi para conhecer ao final dos 25 dias de minha viagem pela América do Sul, ou seja, de passagem vamos dizer que deixei o melhor para o final, pois é, estou falando do Parque Nacional das Torres Del Paine, eleito uma das oitavas maravilhas do mundo em 2014 por uma revista VirtualTourist.com, o parque te oferece diversas opções de passeios e lazer, mas não se preocupem, irei dividir a minha experiência mochileira com vocês.

Eu já havia falado em outras publicações que um bom mochileiro de tanto pesquisar vai ao local da viagem apenas para comprovar diante dos seus olhos o que já havia cansado de ver em fotos e vídeos na internet, mas já adianto que uma câmera não tem lentes comparadas com seus olhos e nem sentimentos para relatar em palavras a emoção de estar em um lugar como o Parque Nacional das Torres Del Paine. Tive o prazer de desbravar as terras patagônicas ao logo de cinco dias e quatro noites do mês de abril de 2015, no famoso e congestionado circuito W, descansei, vivi, chorei e claro, registrei cada cantinho daquele lugar, e agora vou dividir com vocês essa experiência que classifico como fantástica.

DIA 1
Peguei um voo direto de Santiago para Punta Arenas, que leva em média 4 horas para chegar ao destino, cheguei ao aeroporto por volta das 5:00 da manhã, e só as 7:00 saíram os primeiros ônibus para Puerto Natales, a distância entre Puerto Natales e Punta Arenas é de 3:00 horas e alguns minutos, depende muito do motorista, quando cheguei na rodoviária de Puerto Natales descobri que os ônibus para as Torres del Paine saem de forma regular de 7:00 da manhã ou 14:00 da tarde, nesse caso só nos restava a opção de 14:00, então aproveite esse tempo para almoçar, comprar o que estava faltando, como por exemplo o kit de gás, snacks, etc e conhecer um pouco da cidade, no caminho para as Torres o ônibus realiza duas paradas, uma delas é em uma café, e a outra na famosa portaria Laguna Amarga, nesta portaria já se tem a opção de pegar outro ônibus para o acampamento Las Torres, que é onde alguns mochileiros preferem começar o circuito W, de trás pra frente ou o circuito O, outra opção é ir até o catamarã que nos leva de Pudeto até o acampamento Paine Grande, e foi esse percurso que escolhi, o detalhe é que o catamarã só nos deixa lá por volta das 17:00 horas e se você perceber o primeiro dia se resume a entrada no parque, portanto, aproveitei para já ir tirando umas fotos do belíssimo Lago Pehoé e relaxar, de nada adianta se estressar.
Quando chegamos ao Acampamento Paine Grande montamos a barraca e logo fomos tomar banho e comer, esse dia foi corrido e cansativo tentamos dormir cedo para planejar o percurso do dia seguinte, já que entendemos que agora só nos restavam 4 dias dentro do parque e nem tínhamos começado o passeio, esse acampamento é pago e na época paguei 5.000 pesos chilenos.


DIA 2
No segundo dia levantamos cedo, tomamos café e pé na trilha, saímos para alcançar o Glaciar Grey às 8:00 da manhã e tivemos sorte, o tempo estava bom e a trilha bem sinalizada, uma hora e meia depois já havíamos avistado o mirador do Lago Grey, que por sinal é belíssimo, mais ainda nos faltava o ponto mais importante, o Glaciar, no caminho não faltaram paisagens para fotos e fontes para tomar agua, já que toda água presente no parque é potável e não precisa leva grandes botijões, o mapa nos mostrava um percurso de mais ou menos quatro horas, mais com a dificuldade, o tipo de terreno e o ritmo pode ser que leve mais tempo, e foi isso que aconteceu, no percurso de ida e volta até o mirador da Glaciar Grey gastamos quase nove horas, isso incluído as paradas para água, lanche e descanso antes de retornar.

Ao retornar ao acampamento por volta das 16:00, fizemos comida e pensamos em atacar o acampamento italiano, já que os guardas só nos permite sair entre um acampamento e outro até às 18:00 horas no verão, e até às 17:00 horas no inverno, lembrando que tínhamos perdido um dia do planejamento, então naturalmente precisávamos compensar isso andando um pouco mais, o cansaço era grande e a vontade de descansar era maior, mas não queríamos correr o risco de não ver as torres no último dia, pois as passagens de Punta Arenas para Santiago já estavam compradas e não nos restava grana para uma segunda passagem; pensando assim: “vamos pra o acampamento italiano!” e isso nos custou mais 3:00 horas de caminhada que somadas a mais 9:00 horas do percurso anterior, davam um total de 12 horas insanas de pura adrenalina e cansaço físico; neste percurso pegamos uma boa ventania, chuva e terreno alagadiço, o lamaçal era constante, mas isso não tirou a beleza do lugar que parecia de uma proporção infinita, parecendo que não chegaríamos ao tão desejado acampamento (Italiano) naquele dia.
Quando chegamos, era quase noite, só deu tempo de ir ao banheiro, arrumar a barraca e descansar, e foi isso que fizemos, esse acampamento é gratuito e os banheiros são precários.

DIA 3
Assim que levantamos, tomamos café, arrumamos a mochila de ataque e partimos para atacar os vales, Francês e Britânico, e foi aí que descobrimos que tudo em foto é perfeito menos as dificuldades para chegar, as paisagens são belíssimas e as avalanches também, se você for atento e tiver sorte até dá para filmar uma dessas e foi assim que aconteceu, consegui filmar uma bela e fantástica avalanche, mas não para por aí, a chegada no mirador francês nos deixa ansiosos para saber o que nos espera no mirador britânico, pois a beleza é de tamanha riqueza que parece ser uma ilusão de ótica. Esse percurso fizemos em seis horas e meia, não fosse a dificuldade do acesso e as pedras no caminho, que são de diferentes tamanho, quando chegamos ao acampamento, almoçamos, arrumamos as mochilas e partimos para o acampamento Los Cuernos, entendemos que o grau de dificuldade e o tempo de ir até o mesmo era de intensidade baixa, por esse motivo decidimos que descansaríamos por lá, partimos por volta das 15:00 horas e chegamos umas 18:00, fizemos esse percurso com pouca dificuldade, o tempo era bom, mas o lamaçal era constante e a vista do Acampamento para o lago Nordeskjold é de te fazer esquecer qualquer perrengue vivido do caminho, nesse acampamento o serviço é igual ao do Paine Grande e os banheiros são fantásticos, então aproveite. Esse acampamento é pago e administrado pela Fantástico Sur, nesse caso o valor subiu para 7.000 mil pesos chilenos.


DIA 4
Depois de ter me empolgado no vinho e na cerveja chilena, só consegui levantar às sete horas e trinta minutos e isso foi o suficiente para nos colocar na trilha as 8:00 da manhã, se vocês perceberam que mesmo adiando dormidas e descansos ainda estavámos na metade do caminho, e em apenas um dia teríamos que chegar até as torres e dormir por lá, só assim iriamos conseguir chegar ao aeroporto de Punta Arenas antes das 21:00 do quinto dia e terminarmos essa viagem de forma perfeita , ou seja, sem gatos adicionais.

E foi isso que fizemos, estudamos o mapa e atacamos do acampamento Los Cuenos até o acampamento Torres, esse feito foi realizado da seguinte forma: pegamos um atalho entre Los Cuernos e Las Torres, que já nos deixou no acampamento Chileno, do Chileno continuamos sem paradas até o acampamento Torres, fizemos esse percurso em mais ou menos sete horas e meia, devido à grande dificuldade no percurso até o chileno e do chileno até o Torres, as dificuldade são distribuídas entre as poucas retas e as muitas subidas, que somadas ao peso da mochila e ao sol do meio dia nos faz acreditar o quanto é importante estar lá.
Quando chegamos ao acampamento Torres montamos acampamento, almoçamos e descansamos alguns minutos. Por volta das 16:00, horas partimos ao encontro das belas Torres del Paine, em um percurso íngreme e de dificuldade média, alcançamos as torres as 17:00 horas e alguns minutos, ficando por lá até as 20:00 (e nada do sol se pôr...), ficamos apreciando, fotografando, apreciando, apreciando e apreciando.... felizes e emocionados voltamos ao acampamento Torres, dessa vez para dormir, o quinto dia estava por vir e a volta ao Brasil também.
DIA 5 
Em comemoração, tomamos uma garrafa de pisco na noite anterior e isso fez com que acordássemos de novo as 8:00 horas e dessa vez a correria foi grande, desmontamos a barraca, arrumamos tudo e partimos para a trilha, desta vez retornando para o Chileno e do Chileno para o Las Torres. Fizemos esse percurso em ritmo acelerado e conseguimos chegar até o acampamento Las Torres por volta das dez horas e trinta minutos, e quando chegamos por la, já fomos direto pegar informações de como chegar na portaria Laguna Amarga, descobrimos que existe um ônibus saindo do acampamento Las Torres às 13:30 e achamos que era muito tempo para esperar, e então resolvemos seguir caminhando até a portaria. Fizemos esse percurso em mais o menos uma hora e meia, lembramos que os ônibus que saem da portaria Laguna Amarga para Puerto Natales partem às 14:00 e depois só às 20:00, cuidado com esse horário! Sendo assim pegamos o de 14:00 e as 15:30 estávamos em Puerto Natales, compramos nossas passagens para o Aeroporto de Punta Arenas no horário de 18:30 e aproveitamos esse intervalo para almoçar e descansar, enfim, às 18:30 partimos para o aeroporto e chegamos por volta das 21:00 horas , tempo suficiente para um voo de 23:00.


Feliz, por ter conseguindo mais esse feito.


Boa viagem! 

























Como chegar ao Parque Nacional das Torres Del Paine?


São três as opções de acesso ao Parque Nacional das Torres Del Paine: a primeira delas é uma embarcação que sai de Puerto Monte e leva três dias para chegar em Puerto Natales, não achei viável pois o tempo foi meu inimigo; a segunda opção é pegar um ônibus que sai de Osorno, cruza grande parte da Argentina até chegar em Puerto Natales. Esse itinerário tem duração de 36 horas, e a terceira e última opção foi de avião, que foi minha escolha por ser rápida e econômica (tudo que eu precisava). Econômica porque consegui comprar passagens de ida e volta pela Lan Chilena, e a diferença de preço comparando com o Brasil estava 50% menor.

Do aeroporto existem ônibus para Puerto Natales e Punta Arenas. Se for para Punta Arenas depois terá que pegar outro para Puerto Natales e de Puerto Natales pega um outro ônibus para o Parque Nacional das Torres del Paine, de Puerto Natales saem ônibus regulares para o Parque nos horários de 7:00 e 14:00 horas então já se programe para esses horários. Se por algum acaso você estiver com muita bagagem, que era o meu caso, na rodoviária de Puerto Natales existe uma sala para guardar volumes, na época paguei 1.000 pesos chilenos por bagagem, então aproveite para deixar volumes desnecessários, pois isso irá ajudá-lo bastante na caminhada.

Como já havia dito, reservei cinco dias para o Parque Nacional das Torres del Paine, e já adianto que não é o suficiente caso não tenha disposição para caminhar muito, e um plano B, em caso de intervenções climáticas ou atrasos em rodoviárias, e foi assim que aconteceu comigo, de tanto ler sobre o parque já cheguei sabendo de muita coisa, mas como sempre nem todo mundo conta tudo, e o primeiro passo são as fotos, não pense que porque todo mundo sai sorrindo não vão existir dificuldades, eu por exemplo, sofri com bolhas nos pés, dores nas costas, sono e frio, e foi assim que tudo começou...

sábado, 10 de janeiro de 2015

Dicas na viagem "Transporte,Hospedagem e Passeios"


Imagine se hospedar, achar o trasporte certo, realizar os melhores passeio, tudo isso em um só lugar e em qualquer lugar do mundo!

Nunca foi tão fácil! sabe qual o melhor de ser mochileiro? a pesquisa! E hoje eu tenho certeza que vou quebra o seu galho, nas minhas pesquisas descobri a ferramenta ideal para trajetos, hospedagem e passeios, é incrível como esse site é atualizado e resolve tudo para você, um resumo   perfeito de tudo que você precisa, acredite! antes  de mais nada vou conta uma história pra vocês, sempre que planejo uma viagem passo meses  pesquisando as melhores opções, sou do tipo mochileiro que quero a melhor alternativa, seja ela de custo benefício, seja ela de enriquecimento cultural, e é ai que está o grande diferencial, andei observando que existe muito site relacionado a viagem , mas com pouca informação relevante, e os que conseguem passar exatamente o que o leito está procurando se destaca, é tipo procurar uma agulha no palheiro, e nesse caso irei passar pra vocês dicas de como evitar transtorno na tão sonhada viagem e principalmente a ferramenta adequada para resolver de uma vez por todas os problemas e duvidas relacionada a transporte , hospedagem e passeios, essa ferramenta te encaminha diretamente para o site da empresa credenciada que realizam o serviço que você procura , entre e aproveite, uma dica , basta colocar o trajeto e a ferramenta ira de dizer a melhor opção de como chegar ao destino escolhido e claro incluindo valores e tempo gasto no trajeto desejado, boa viagem! 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A primeira vez na Argentina


Finalmente consegui começar a escrever sobre Argentina, nesse post vou detalhar exatamente minha experiência no país dos hermanos, nesse roteiro de quatro dias deu para fazer quase tudo, ou vamos dizer que os principais pontos turísticos da badalada Buenos aires e redondezas, o clima é bom a cidade é linda e tenha certeza, é um charme andar pelas ruas de Buenos Aires.

Além de Buenos Aires também conhecemos duas cidadezinhas lindas e bem aconchegantes, uma delas é San Isidro, sabe aquelas cidadezinhas que te conquista apenas pela beleza e o jeito de ser, é San Isidro! Ela está localizada na região metropolitana de Buenos aires e é lá que fica a residência oficial da Presidente da Nação Argentina, Cristina Kirchner. Depois de sair de San Isidro fomos direto para Tigre, outra cidade bonita, mas que seu maior atrativo é o rio tigre e delta, fiquei encantado com tanta beleza, realmente um lugar lindo vale muito apena conhecer, me sentir nos bastidores dos filmes de hollywood.

Bom! aqui estou eu, finalmente fui conferir o que tanto falam de Buenos Aires, confesso que cheguei a me decepcionar e você também vai, eu garanto! mas também temos pontos positivos que vão te envolver por essa cidade tão magica, porque digo isso? É aquela velha história do calor brasileiro, lá eles são frios e chatos, cheguei à conclusão que eles não gostam de brasileiros e não fazem questão de agradar, então vai um conselho, leia nossos artigos planeje sua viagem e saiba exatamente onde estar indo, pronto, você já pode clicar nos links abaixo e conferir tudo que precisa sabe sobre argentina, você vai agradecer quando voltar ao brasil.



Onde Desembarca em Buenos aires?


Antes de começar a falar onde ir e como ir quero chama a atenção para alguns pontos que devem ser lidos por você antes de embarca a uma viagem em Buenos Aires, um deles onde desembarca? La tem dois Aeroportos um é o   Ezeiza um grande aeroporto, mas a grande desvantagem de desembarca nele é a distância do centro de Buenos aires o outro é o Aeroparque, bem próximo de tudo mais com free shop muito pequeno, nesse caso você vai ver o que é mais interessante pra sua viagem, economizar no translado do aeroporto até o hotel ou realizar compras no aeroporto, os dois aeroportos contam com agencias de cambio 24 horas, vale lembrar que a cotação dessas casas são oficiais, ou seja, 50% ou  60% inferior ao que você consegue no mercado paralelo.



Onde ficar em Buenos aires?


Ai começa uma grande confusão, antes de ir para argentina foram meses de pesquisas, acredite! Mochileiro de verdade só de pesquisar acaba conhecendo o lugar e só vai lá para conferir se aquilo tudo que dizem mesmo, kkk, mas mesmo assim não é fácil decidir nada, quando estamos pesquisando onde ficar em Buenos aires encontramos várias dicas e conselhos como:

A Recoleta é o melhor lugar para ficar mesmo sem ter muita coisa para fazer, é um dos melhores bairros urbanos que já conhecei, dizem que é o melhor lugar par acorda, pela manhã você já vai acorda em um grande centro de compra.

Palermo é o melhor lugar para se estar atarde e a noite, a tarde é a hora em que as lojas e bares começam abrir já que ficam fechada na maior parte da manhã, também rodeado de lojas e restaurantes cada um melhor que o outro, por outro lado tenha cuidado com a noite, mesmo o bairro sendo badalado é meio escuro, então todo cuidado é pouco.

O centro vale pela economia, mais não é um lugar onde você vai acha bacana fica.


Agora imaginem onde eu fiquei?  No centro, como citei acima vi muita coisa sobre o centro, que era morto a noite, perigoso, que o centro é um deserto gastronômico, que eu ia ficar limitado em pacotes turísticos, entre outros, mas eu gostei de ficar no centro fiquei no Grand hotel argentino, o serviço era bom, o wi-fi era limitado ao café, os recepcionistas eram mal humorados, mas eu não fui pra Buenos aires para ficar trancado dentro de um hotel, rua, rua, rua que loucura é a rua! brincadeiras à parte levei em conta que no centro dava para conhecer quase todos os pontos turísticos e principalmente a pé, outra coisa é que fiquei em frente ao obelisco.


Cuidados em Buenos Aires

  
Um dos principais cuidados que devemos tomar quando chegarmos em Buenos Aires é com trocar de dinheiro por nota falsas, como é sabido por todos a argentina está passando por uma resseção e o povo não tem outra saída a não ser enganar os estrangeiros com suas notas falsas, eu tive o desprazer de levar um golpe no táxi, estamos em uma noitada em Palermo sho, quando ao tomar um taxi de volta pro hotel acabamos que conversando demais com o taxista e ele simplesmente trocar nossa nota por uma nota falsa, acredite é muito rápido e não tem como perceber, então meu conselho é o seguinte, não pague com notas altas, no meu caso paguei com cem, não troque muita conversa com o taxista isso facilita tudo, no meu caso era impossível, depois de uns goles de cana queria tirar o maior número de informações possíveis no miserável, no final acabei pagando por isso.

Outro golpe comum é ao desembarca, tenha muito cuidado com as malas, ainda no aeroporto tem uns caras que te oferecem apoio para levar tuas malas até o táxi, CUIDADO! PERIGO! Esses caras são malas, quando chegar ao táxi eles te pedem dinheiro e se você não dá, eles tentam pegar tua mala, então só entre no táxi quando tiver certeza que o porta malas está fechado, e mesmo fazendo isso o cara ainda tentou abrir a mala alegando que estava semiaberta.

Ainda em Buenos Aires é a imposição pro pagamentos de gorjetas e por fotos tiradas no meio dos passeios, nada contra, mas isso poderia ser feito de forma mais natural e não coagindo como eles fazem, na maioria dos passeio vem um fotografo dizendo que não custa nada, é grátis! mas no final vem a foto em um poste e um valor até salgado pra você pagar, dica, não pague se não quiser, siga nossas postagens e boa viagem!